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Bookaholic

por Catarina, em 16.01.18

Depois da Happy ter publicado a sua pilha de livros, eu resolvi partilhar a minha! Embarquei nisto como se fosse um desafio, na esperança de que ao tornar a lista pública isso irá exercer em mim uma certa pressão... simpática, para não acumular mais livros por ler!

Como os meus livros "ongoing" estão espalhados por casa, por casa da mãe, e até pelo escritório (e não são nada leves) foi mais fácil fazer a coisa assim:

 

Livros que comecei a ler e ainda não acabei (e alguns vou demorar a acabar!)

 

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Livros que vou levar uma eternidade a acabar: uns porque leio tipo consulta, todos porque não são prioritários...

 

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Livros que encomendei e que estão em fila de espera, nos quais eu deveria levar choques eléctricos se os tentar ler antes dos outros mas que gritam por mim em altos berros!

 

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Coisas estranhas que me acontecem...

por Catarina, em 16.01.18

Ia a caminho do trabalho, num passeio onde há uma única árvore e quando passo lá debaixo cai uma folha que me acerta precisamente no lábio! Sabia lá eu que uma folha pesava tanto quando caía da árvore?!?!

Cheguei ao escritório com a sensação de ter levado uma chapada...levezinha, mas ainda assim sinto-me agredida pela natureza!

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Reading #15

por Catarina, em 15.01.18

A primeira leitura de Janeiro foi, sobretudo, improvável.

Na altura do Natal a biblioteca da escola da minha mãe fez uma feira do livro, e eu, não sei se já vos disse, mas não resisto a uma feira do livro!

Acabei por comprar este, com a intenção de o oferecer, mas depois das prendas embrulhadas ele continuou em cima da mesa da sala, e acabei por ficar com ele. Ganhei-lhe afeição, curiosidade pelas páginas, pelas fotografias e por ser um livro bonito. Folheei e li alguns trechos, a curiosidade aguçou-se e na quarta à noite, dei por mim com algum tempo "livre" mas sem vontade de continuar o que andava a ler...

Resolvi tirar as teimas e comecei....só que não queria mais parar. Não conhecia nada desta autora, mas agradou-me a escrita, a fluidez do discurso, e a sensação de familiaridade que o livro me transmitia. Podia ter lido tudo de uma assentada, não era assim tão grande, mas como à meia noite os olhos já queriam fechar resolvi guardar o resto para outro dia, porque achei que esta escrita tinha de ser saboreada, não podia ser consumida às pressas.

Acabei-o na sexta-feira à noite, e apesar do entusiasmo inicial senti que na primeira parte atingi o "pico" e depois comecei a descer; a última parte acabou por ser mais uma reflexão da narradora, num discurso mais abstracto e com menos pedaços da história que me tinha cativado no início, a história de Helena. Teria gostado de ler mais, saber mais; Na verdade tive dúvidas sobre o número de personagens... talvez por ter acabado de ler o livro antes de dormir, com algum cansaço em cima, ficava na dúvida se havia Helena, a narradora, e outra, ou se a outra éramos nós, as leitoras. 

O balanço acabou por ser positivo, e foi bom para arrancar o motor das leituras deste ano. As fotografias são bonitas e a certa altura pensei em como meia-dúzia de fotografias simples mas poderosas podem dar o mote a um enredo, um conto, qualquer espécie de narrativa, um mundo de possibilidades!

Agora que um já foi, toca a ir atacar o resto da pilha! 

 

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Acho que tenho um problema...

por Catarina, em 12.01.18

Compro livros à velocidade da luz.

Ainda não chegou a última encomenda e já encomendei este:

 

 

Há algum tempo que no goodreads este menino me passou pelos olhos; Hoje acabei por pesquisar na amazon, e depois de perceber que me custava apenas 4 libras, não resisti e encomendei, com entrega expresso, por uns módicos 13€. Eu e a amazon temos uma relação sólida, e com futuro, não há como negar.

Quanto a ler...tenho uma bela pilha em fila de espera, vamos ver quem ganha!

 

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New old addiction

por Catarina, em 10.01.18

Ia dizer que esta música do David Fonseca é o meu novo vício, mas David Fonseca já é um velho vício...e dos bons!

 

 

 

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Eu e o capuchinho vermelho  

por Catarina, em 10.01.18

Todas as crianças têm as suas histórias, de embalar ou não, preferidas. No meu caso, não era nenhuma das mais clássicas, embora fosse viciada num livro lindo das Mil e Uma Noites que a minha mãe me comprou e que ainda hoje tenho! Na hora de ir dormir eu escolhia a Flossie, a história de um monstrinho que está doente e que passa o dia em casa com a ama porque a mãe tem de ir trabalhar; apesar da história ter a família completa era com este triângulo que eu mais me identificava! 

 

Isto para chegar ao facto de que histórias como a branca de neve ou a bela adormecida para mim eram apenas cassetes de vídeo da Disney, e não tinham para mim referente nos livros. Ainda assim acabei por me cruzar com o capuchinho vermelho de uma forma curiosa.

 

No primeiro ano de faculdade, o trabalho final da cadeira de desenho de comunicação era contar uma história a partir de desenhos que tínhamos feito ao longo do ano; podíamos usar todos, só alguns, e em pares, portanto tínhamos o dobro dos desenhos para escolher. Com uma colega minha acabámos por identificar alguns personagens e de repente tínhamos um triângulo que ligámos ao capuchinho vermelho: a menina, a avó e o lobo, que em vez de lobo era uma espécie de Cat Woman! Recriámos a história à nossa maneira: o capuchinho ia a casa da avó receber a mesada e quando lá chegava a avó já tinha sido “comida” pela gata que automaticamente ganhava características das personagens que “comia”. No final saía vitoriosa pois comia também a menina e saía da história no carro desta…. que era um carocha que eu desenhei numa folha A3! Guardei esses desenhos mas nunca mais me lembrei disso até ontem, à primeira aula de storytelling.

 

Storytelling vai ser a minha última cadeira deste curso, e ontem a primeira aula foi muito mais entusiasmante do que poderia esperar! Superou logo as minhas expectativas ao começar com um exercício prático para mudar a perspectiva: reescrever o Capuchinho Vermelho! 

Primeiro pensei que o raio da história me perseguia, mas depois aceitei o desafio e escolhi o ponto de vista do lobo, mudando também o início da cronologia. Escolhi pintar um lobo menos mau, que andando pela floresta com fome em busca de alimento foi atraído pelo cheiro do bolo e do mel que levava a menina. Tentou meter-se com ela, na esperança que com medo esta lhe desse um pouco de bolo, mas a menina bem avisada pela mãe não caiu na conversa. O lobo ficou frustrado mas não desistiu e segui até casa da avó na ideia de pregar um susto à menina e ficar com o bolo. Ao chegar a casa da avó não resistiu aos seus instintos animais e comeu a avó; Desesperado pensou “perdido por cem, perdido por mil” e então esperou a menina disfarçado de avó! Quando a menina chegou tentou enganá-la mas em vão pois esta fugiu e na fuga levou a cesta deixando o lobo ainda mais frustrado, mas demasiado enfartado com a avó para a perseguir! Adormeceu, e quando acordou viu um caçador e percebeu que o conteúdo do seu estômago tinha sido adulterado, fugindo rapidamente antes que fosse o seu fim.

 

Em traços largos foi esta a minha perspectiva, que arrancou uma gargalhada à professora ao pensar que o lobo até só queria comer o bolo!

 

Para começo adorei esta aula e o exercício contribuiu para me lembrar o quanto gosto de escrever, e o quão fácil isso por vezes se torna. 

Só tive pena desta professora embalar tanto nas aulas que dispensou o intervalo numa aula de 3h…o que me fez chegar a casa desesperada de fome! (Bendita sopa!!!)

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De volta à cozinha...

por Catarina, em 09.01.18

Uma das resoluções para 2018 foi, surpresa..., comer melhor, e sobretudo cozinhar mais! O tempo não tem sido o suficiente para tomar as rédeas da comida mas tenho esperança que depois deste Janeiro que será caótico, consiga endireitar isto.

Este fim de semana fiz o "aquecimento"... por outros motivos estava um pouco presa em casa, e portanto resolvi aproveitar para ganhar tempo nos dias de semana que não prometiam ser calmos.

No sábado depois do exame dediquei-me a fazer a lista das compras e lá fui ao supermercado com a tarefa hercúlea de fazer compras para duas casas!

Assim, ao final da tarde entrei na cozinha pronta para atacar, e a coisa correu lindamente. Há longos meses, tantos que me deu uma trabalheira ir encontrar o post original, a Joana partilhou a receita desta sopa, e eu fiquei em pulgas para experimentar!

Como não tinha os ingredientes todos de cabeça, e só encontrei a receita depois, fui arriscando e acabei por fazer uma outra versão da sopa, em modo panelão para durar bastante!

Na minha versão a base levou:

2 batatas doces

1 inhame

1/2 abóbora das pequenas

1 litro de caldo de carne caseiro (que tinha sobrado de outro cozinhado e foi congelado...deu um sabor maravilhoso à sopa!)

1 peito de frango

 

Depois de tudo cozido foi devidamente triturado e juntei coentros picados já que não me lembrava da parte dos cogumelos que vi depois na receita! Ainda não desisti de fazer a versão certa, mas esta sopa ficou boa como tudo, até me dava vontade de babar com o cheirinho que invadiu a casa!

 

Embalada pelo sucesso, e porque tinha o jantar todo para fazer, peguei no resto da embalagem de peitos de frango, parti aos cubos e fiz espetadas com ananás, pimentos e tirinhas de bacon. O segredo desta foi o molho em que deixei tudo a marinar antes de ir para a grelha:

2 colheres de sopa de molho de soja

2 colheres de sopa de mel

pimentão doce e cominhos a gosto

1 colher de sopa de vinho branco

tomilho limão picado

 

Depois montei tudo nos palitos e foi para a grelha. Para acompanhar fiz húmus, que gosto muito e é super rápido de fazer. A sobremesa ficou para outra altura porque já não tinha tempo para fazer o que queria!

 

Ontem cheguei a casa cedo e resolvi apostar num jantar que desse para mais do que uma refeição! A ideia era fazer a minha quiche do costume: espinafres, requeijão e cogumelos, mas descobri que não tinha farinha para fazer a massa... Não entrei em pânico e desenrasquei-me com farinha de aveia mas a massa não ficou muito fácil de trabalhar portanto desisti da quiche porque não iria conseguir esticar a massa na tarteira e apostei em mini-quiches nas formas de muffins! Deu para 9, três maiores, e seis mais pequenas... As que comi foram as primeiras a sair do forno e não tinham a base muito bem cozida, mas acredito que as outras tenham ficado no ponto... mais logo já tiro a teima!

Achei o saldo muito positivo...apesar da quantidade de loiça descomunal que tive de lavar...não sou muito organizada na cozinha e com falta de treino sujo o triplo!

 

 Imagem via pinterest

 

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O arranque

por Catarina, em 05.01.18

Se a passagem de ano foi mázinha, o início do ano não foi melhor. 

Se dizem que os primeiros doze dias nos dizem como vão ser os doze meses, então, ao quinto dia já estou com vontade de desaparecer do mapa.

 

Tudo o que não corre como previsto me chateia, tudo me mói; A minha mania da organização e do planeamento grita por ordem mas eu não consigo controlar o caos. Neste momento deixei-me de grandes ideias, já me contento em não "deixar cair" nada.

 

Abri a minha agenda nova no dia 2, em plenas urgências do hospital, enquanto respondia a emails no telemóvel que consegui carregar numa ficha quase no rodapé do corredor!

Escrevi mal e porcamente uma lista no telemóvel; Deveriam ser os objectivos, mas honestamente não sei bem o que lá está; Não tive tempo para reflectir, e quanto mais o ano avança menos me faz sentido; sinto que ficam fora de prazo.

 

Amanhã tenho exame do curso. A única vantagem dos dias que passei por casa, ainda que obrigada, foi que aproveitei para estudar, mais do que imaginava que iria conseguir. Não vou segura para o exame, pois não, mas também não vou com a sensação de estar agarrada a uma porta no meio do oceano à deriva.

 

Tenho tantos projectos em curso, tenho tantas ideias, tenho tanto trabalho, e sinto que me falta força para fazer o que quero e preciso. Gostava de hibernar por uns dias....ficar em casa, ler compulsivamente, cozinhar, fazer crochet, escrever, desenhar. Coisas que no final do dia ficam sempre para o dia seguinte. Mas o certo, é que nunca me senti tão anímica num arranque de ano, tão de rastos, tão sem força. E já vos disse que vou fazer mudanças este mês?! Ah pois... mais essa. Finalmente vamos deixar o capítulo ovo, e dizer olá ao capítulo T2. O que me vale é que sei que consigo embalar a casa em poucos dias, e tenho lá bracinhos para ajudar e alombar com os pesos, que não os meus. Ainda assim, devia estar eufórica, e estou só levemente tchanan. 

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Constatação do dia

por Catarina, em 03.01.18

As pessoas fotografadas em bancos de imagem são tão felizes e sorriem tanto que à terceira página me doem os maxilares por simpatia!

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O que nasce torto....

por Catarina, em 01.01.18

Diz o ditado, que tarde ou nunca se endireita. Pela minha parte, 2018 nasceu coxo e torto e espero bem que os restantes 364 dias sejam melhores que o primeiro. Ainda não abri a minha agenda nova, ainda não escrevi a lista. Ainda não pensei em nada, limitei-me a ver o fogo de artifício à meia noite, ver o telemóvel mudar a data e continuar como se nada fosse. Não tive nem tenho vontade de nada; há muito tempo que não sentia este vazio, esta sensação de solidão insuportável, que me leva a cavar o buraco ainda mais fundo. Tudo o que queria agora era uma passagem secreta para onde não pudesse ser seguida, uma porta, uma fuga.... de tudo e principalmente de mim. Neste momento não quero desejos, não quero ilusões nem desafios. Quero esquecer. Quero fazer replay e apagar os últimos dias. Quero que 2018 volte para de onde veio e que fique lá, porque eu estou a braços comigo e não sei o que me fazer.

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