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Constatações

por Catarina, em 31.05.17

Assim que uma pessoa se decide a orientar a alimentação e a não fazer asneiras....heis que mais alguém faz anos no escritório e levamos logo com um bolo ao lanche; Justamente quando tinha feito um copo de iogurte com abacate, framboesas, sementes e aveia. É só um bocadinho frustrante porque parece mal sermos os únicos a dizer que não por isso lá se enfia mais uma fatia. 

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Nós por aí #3 - Milão

por Catarina, em 30.05.17

Dia #1

 
A ida a Milão foi uma viagem muito aguardada! Estava marcada desde Fevereiro, quando fiz as primeiras pesquisas e estabeleci os pontos a visitar, mas depois disso, com a vida a entrar no piloto automático não foi tão planeada quanto desejei. Foi a primeira viagem internacional do M., e a primeira que fiz sem a minha mãe, o meu ponto de referência! Senti que desta vez era eu “a mãe”, não só por ser uma control freak desgraçada, como por ter mais alguma experiência em viagens, aeroportos e coisas que tal.
 
Partimos de Lisboa já quase às 11:00 da manhã, depois de um ligeiro atraso, mas fizemos um voo muito simpático. Ainda a bordo comprámos os bilhetes para o aerobus, de forma que ao chegar a Bérgamo foi só entrar no autocarro e rumar ao centro.
 
Escolhemos ficar alojados perto da Estação Central de Milão, por ser o local de paragem e partida dos aerobus e porque sabíamos que o regresso implicaria levantar de madrugada e andar aos trambolhões pela cidade às cinco da manhã não fazia parte dos planos! Quando chegámos o primeiro impacto não foi muito simpático; a zona envolvente da estação, que é um edifício muito bonito, está cheia de pedintes, mendigos e ajuntamentos nas zonas de jardim…basicamente parecia que tínhamos caído no intendente há uns anos atrás…not good! Encontrámos o hotel facilmente, e almoçámos, às quatro da tarde uma pizza e um panini antes de empreender uma caminhada até ao centro.
 
A cidade é super plana por isso é muito fácil percorrer os 2,3 km que nos separavam do centro; Pelo caminho ainda tivemos a surpresa de ver um dos corações de Viana da Joana Vasconcelos que estava exposto numa exposição da Sociedade de Belas Artes e que conseguimos ver da rua! 
Optámos por começar por Brera, que foi das zonas mais giras que vi! É um bairro muito giro, óptimo ambiente, com lojas fantásticas de roupa e decoração, arquitectura espectacular, e restaurantes e esplanadas em todas as esquinas; Fomos visitar a Pinacoteca di Brera, que a partir das 18h à quinta feira custa apenas 2€ em vez de 10€ por pessoa, e alberga obras lindíssimas do Renascimento e Maneirismo. A estudante de artes que há em mim entusiasma-se sempre nesta parte, e claro, o M. aprecia mas vou-lhe dando muita explicação pelo caminho, chamando a atenção para certos pormenores etc. O edifício em si é muito bonito, com uma entrada em claustro com colunas e amplas escadarias. A zona do museu tem galerias enormes, está impecavelmente organizada e documentada, e ainda tem um bónus de deixar ver a sala da recuperação de obras expostas quando estão em restauro, e uma zona de armazém de obras não expostas. Como já estávamos algo cansados nesse dia ficámos felizes por não ser uma exposição demasiado grande…mais um par de salas e não teríamos resistido!
 
Voltámos lentamente para a zona do hotel, espreitando as lojas de design e objectos pelo caminho! Têm coisas giríssimas, e claro, muitas delas caríssimas também!
 
Jantámos perto do hotel e fiquei feliz por perceber que a alimentação ali não teria de ser necessariamente à base de massa e pizza, o que me preocupava! A zona tinha vários restaurantes com muita oferta em termos de preço e diversidade no tipo de comida; Claro que a comida italiana predomina, a pizza e a pasta são o pão nosso de cada dia, mas na verdade durante todos estes dias senti alguma desilusão. Esperava ser surpreendida com pastas e pizzas magníficas mas ou levava as expectativas demasiado altas ou achei tudo muito normalzinho…. Gostei mesmo foi dos paninis, com mozarela, rúcula, tomate e manjericão que ficam óptimos e para mim chegavam como refeição, acompanhados dos sumos de fruta e legumes “centrifughi” que há por todo o lado e são mega vitaminas! 
 
Voltámos ao hotel já de rastos, prontos para aterrar numa cama e dar descanso ao corpo e aos pés!
Não sendo nada de especial o hotel acabou por ser uma boa solução; Estava perto da estação de comboios e também de duas linhas de metro; Era um pouco antigo mas o quarto era espaçoso, arejado, a cama confortável e tinha um pequeno almoço melhor do que eu esperava.
 

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 Igreja de San Marco na Piazza San Marco

 

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 Arquitectura em Brera, e janelas com portadas!

 

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 Pinacoteca di Brera

 

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 Capela de Santa Catarina e Santo Ambrósio, dentro da Pinacoteca

 

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Panorâmica das Galerias

 

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Back home

por Catarina, em 29.05.17

Tempo de voltar a por a vida nos eixos que estes quatro dias foram alucinantes!

Entretanto em tão pouco tempo uma pessoa perde o fio à meada e ao voltar percebi que:

- a família Adams visitou o Papa, e ele parecia assustado;

- o Benfica já ganhou mais uma taça;

- os vinte minutos de sequela do Love Actually já sairam na sexta, por ocasião do Red Nose Day, e eu queria uma hora de vídeo! Está espetacular!!! Já vi duas vezes desde ontem e estou capaz de fazer replay!

 

 

 

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Off the grid

por Catarina, em 24.05.17

Finalmente, em contagem decrescente para Milão!

De repente estes últimos dias passaram a correr e tenho os nervos em frangalhos. Não tenho tudo organizado como já queria ter e fiz asneira duas vezes a marcar os bilhetes; resultado? Tive de gastar mais uns trocos a trocar os lugares e quando me apercebi que a culpa da asneira era efectivamente minha fiquei a sentir-me burra que nem um tijolo. 

Para ajudar a isto ontem à noite assustei-me, estupidamente diga-se, com o M a entrar na casa-de-banho, e o resultado é que desloquei um ombro! Dei-lhe um jeito tão bem dado que parece que me torceram toda; Ora, isto em vésperas de viagem tranquiliza-me tanto como um chá de tília. 

Estou num turbilhão ora de nervos, ora de excitação, e tenho o cérebro a mil à hora para ver se não me esqueço de nada, ou pelo menos daquelas coisas ultra essenciais! Por este andar ainda me dá um treco antes de entrar no avião e fico em terra.... Agora é só rezar a todos os santinhos para que: 1) não me aconteçam grandes imprevistos que Deus sabe que sou pessoa que lida mal com eles, 2) não fazer mais asneira com nada porque me fico a sentir trinta vezes pior.

Resumindo e concluindo, nos próximos dias vamos andar por aqui e estou a torcer os dedinhos (em sentido figurado claro, que para entorcer já me chega um ombro!) para sair tudo bem. 

 Imagem via pinterest aqui

 

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AM:FM

por Catarina, em 23.05.17

Eu nunca fui a maior fã de rádio porque o que queria mesmo era ouvir música sem parar e acabava por levar com tudo o resto: da publicidade às entrevistas. Mudava de estação sempre que ouvia "pessoas a falar na rádio", sim, sou da geração da televisão (!), mas isso mudou quando descobri as crónicas do Nuno Markl: a caderneta de cromos, os cromos dos anos oitenta, as traquitanas, tudo o que ele se lembrasse de escrever! Depois claro também fiquei fã das do Ricardo Araújo Pereira, ainda choro a rir se pensar em algumas específicas! Mais recentemente também aderi aos macaquinhos no sótão, e embora às vezes algumas piadas me pareçam mais forçadas gosto muito da Susana Romana. Acabei por me afeiçoar também às equipas das manhãs, em especial da Comercial e da M80, que é muito mais o meu género de música.

Agora, se há coisa que não consigo aturar são relatos e notícias. Aos primeiros mudo logo de estação, às segundas ainda dou o benefício da dúvida mas acabo sempre a ouvir as piores desgraças do mundo. Ontem liguei a rádio durante 3km de manhã e as duas primeiras notícias eram mortes de crianças, a terceira um homem queimado vivo numa manifestação na América do sul. Hoje foi uma explosão no concerto em Manchester. Eu não quero saber quão horrível vai o mundo, juro que às vezes só gostaria de esquecer. Pode ser egoísta, pois é, mas eu nunca gostei de ver notícias, e não vou começar agora. Gosto de saber o que se passa, mas não gosto das desgraças alheias. Não gosto de imaginar pais a perderem filhos; Não gosto de pensar no quão atroz deve ser sentir o fogo na pele. Não gosto, não quero saber. Prefiro ficar na ignorância. Também não gosto de ler jornais, gosto apenas da revista do expresso! Pode ser ridículo, pode ser egoísta, que nem sou, mas não gosto de começar o dia a imaginar a dor dos outros. Que mundinho este....

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Wook é serviço público?!

por Catarina, em 18.05.17

É vir aqui partilhar que a Wook está com mega descontos no site: tem 100 livros entre 50% a 70% de desconto!

Já encomendei duas verdadeiras pechinchas que me deixam super entusiasmada:

 

 

O primeiro é sobre infografia e o segundo sobre mapas, que é uma coisa que me apaixona nem eu sei explicar porquê! Só sei que poupei mais de 50€ porque os dois livros, que não são nada baratos, ficaram por 22€.

Eu já disse, mas vou repetir, adoro esta Wook, e os livros aquecem-me sempre o coração, mesmo os técnicos!

 

 

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Cheiro de nada

por Catarina, em 18.05.17

Ao longo dos anos, conforme vamos crescendo, adquirimos alguns hábitos sem os quais já não passamos. Primeiro começamos com o creme e a base, depois vem o pó, depois a máscara de pestanas e de repente já não saímos sem a maquilhagem completa. No meu caso, e para além disto claro, não consigo sair de casa sem brincos e até já cheguei a ter um par de emergência na carteira para não ter de voltar atrás. (Agora que penso nisso não sei onde foram parar...)

Também o relógio, ou o espaço que ocupa no meu pulso, se sente despido se não vier comigo, e mesmo nesta época costumo fazer-me acompanhar de uma écharpe... dá sempre jeito, e o pescoço fica mais descansado.

Mas hoje o que escapou mesmo foi o perfume! Já estava no carro com a chave na ignição quando dei por isso. Podia ter voltado atrás porque eram só uns minutos de atraso no total, mas a preguiça não deixou e por isso vim com esta sensação de cheiro de nada. É parvo porque os produtos que usamos já deixam um cheirinho agradável, mas sinto que me falta qualquer coisa quando falha o perfume. Também já andei com amostras de perfume na mala para estas ocasiões...mas eventualmente acabam, ou desaparecem, o que nas minhas malas até é mais provável. (Fala o carregador de telemóvel que está missing in action desde sábado passado...)

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Control freak

por Catarina, em 17.05.17

Acho que já falei aqui várias vezes sobre a forma como sou hiper-organizada. Mais do que isso acho mesmo que sou uma control-freak porque uso o planeamento e a organização para evitar stress e crises de ansiedade! É uma forma de defesa mas que por vezes me consome.

As últimas semanas têm sido uma correria: é levantar cedo e deitar tarde, dormir pouco e fazer muita coisa durante o dia. Ando tão esgotada que é difícil encontrar tempo para ler e muito menos para planear a viagem a Milão como gostaria. De amanhã a uma semana, por esta hora vou estar muitos pés acima do chão e sinto o tempo a escorregar-me das mãos. Eu sei que quando fiz as marcações isso foi precedido de muita pesquisa para saber onde ficar perto de tudo, os melhores horários e quantos dias ficar. Tenho tendência a planear tudo ao milímetro e acho que só assim é que consigo relaxar, sabendo que se algo falha eu sei o que fazer, ou tenho um plano, de B a Z, minimamente pensado. 

Isto tem pontos positivos e negativos, claro! Por um lado gosto de viajar com confiança de que sei para onde vou, por onde vou e como chegar. Não deve haver nada pior do que ficar às aranhas num local estranho e com limitações de língua; Desta vez a viagem é a dois, com o M, e não com a minha mãe com quem estou mais habituada a viajar. Ela tem uma prática e um traquejo que ele não tem, e sinto que tenho de ser eu a tomar conta de tudo, como se em vez de um homem adulto e mais velho do que eu levasse um menino de cinco anos pela mão. É ridículo eu sei! Tento que ele não se aperceba destes meus pensamentos mais palermas, por isso vou justificando tudo com a máxima do "sabes que gosto de ter tudo organizadinho".

Tenho check lists em todo o canto, listas de coisas a enfiar na mala desde medicamentos à roupa que preciso de levar; Tenho locais, preços, horários e mapas; Tenho um guia da cidade que encontrei na net impecável e com tudo o que preciso (acho eu!); Agora quero saber a meteorologia, para fazer check aos items da mala, e descarregar o mapa da cidade para poder usar offline caso o mapa em papel não chegue para tudo. Estou com aquele nervoso miúdinho que só me apetece não vir trabalhar e ficar um dia inteiro em casa a olhar para mapas e a planear o resto que me falta. Só falta depois acontecer-me como em Barcelona que os planos me saíam todos furados uns atrás dos outros e não sei o que era pior: se a falta de plano, se a frustração pelos planos gorados!

 

Imagem daqui

 

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Feito...?

por Catarina, em 17.05.17

Das duas uma...ou ficou feito, ou estou feita ao bife mais dia menos dia.

Ontem à noite dediquei-me a encerrar o assunto IRS, esse demo dos impostos que faz odiar todos os balcões das finanças, o portal inteiro e sabe-se lá mais o quê! Tenho sempre aquela sensação de ter feito asneira, mesmo que tenha confirmado e re-confirmado tudo. Mesmo que o tenha preenchido duas vezes antes de tentar a terceira. E a simulação?! O valor foi tão acima do esperado que até tenho medo. Nisto das finanças sou uma grande medrosa. Tento sempre ser o mais organizada possível e controlar tudo ao máximo mas ao mesmo tempo tenho uma facilidade incrível de duvidar do que faço, do que li, do que percebi. Acredito facilmente que me enganei, que está mal; Uma vez acordei convencida de que uns meses antes não tinha pago o IVA. Não fui de modas, em vez de confirmar a papelada no meu dossier gigante optei por ir ao site e retirar a guia novamente. Como no multibanco já não dava, insisti e fui aos correios onde consegui pagar. Quando fui arquivar os papéis descobri que tinha paga há meses, no tempo certo. Nem tão pouco confiei em mim para ir confirmar, a dúvida e a certeza de não o ter feito foram instantâneas; Lá fui eu para as finanças resolver o tema, que diga-se em abono da verdade foi bastante simples e rápido.

Acho que tenho este medo patológico das finanças por herança do meu avô que era contabilista e a pessoa mais organizada com contas e mais conhecedora do sistema que alguma vez conheci. Só tenho pena que já não me possa ajudar a descalçar estas "botas" de vez em quando!

Por agora vou relaxar e esperar pelo email das finanças que me diga ou que está tudo bem e o mundo é cor-de-rosa, ou que fiz merda da grossa e tenho de ir resolver. Fingers crossed!

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Arrabidar por aí

por Catarina, em 16.05.17

Depois da canseira do sábado passado resolvemos fazer gazeta no domingo. Dormir até tarde, tomar o pequeno almoço demoradamente (resolvi fazer panquecas de banana lindonas por isso ainda demorou mais) e sair de casa quando meio mundo estaria a tratar de almoçar!

Sabíamos o destino: a Arrábida, mas não definimos o percurso por isso acabámos a fazer um desvio pela Moita para abastecer e depois fomos trilhando nacionais até Palmela e depois rumo a Setúbal. Para o M. é tudo uma grande misturada mas para mim que cresci a passar férias por ali vai sendo mais fácil manter a orientação! 

Eram umas duas da tarde quando finalmente nos sentámos para almoçar num restaurante meio loja de artesanato em Setúbal. A comida estava razoável, não era espectacular mas já me serviram muito muito pior, os preços eram bem aceitáveis e o atendimento foi super simpático; disto tudo ficámos com um balanço positivo! 

A cidade já não é bem o que conheci há uns bons anos atrás, e desta vez olhei-a com alguma estranheza e uma certeza de que não a escolheria para viver de ânimo leve. Mas, haja vantagens e a Arrábida ali à porta é uma delas. 

Retomámos a viagem com a ideia de chegar a Galápos; Apesar dos Verões ali passados a minha praia era mais Tróia (a antiga, leia-se) e na Arrábida pouco mais conheci que a Figueirinha e Albarquel por isso já tínhamos em mente este passeio.

Sabíamos que antes do Portinho da Arrábida tínhamos Galápos e Galapinhos; E sabíamos que algures ali existiria a praia dos Coelhos. Quando lemos a placa de Galápos percebemos que o estacionamento estava de cortar os pulsos e fomos andando. Conseguimos estacionar numa zona onde se percebia que havia um acesso, mas não sabíamos aonde! Escolhemos arriscar a descida, primeiro mais ampla e pouco inclinada e depois, já quase no fim, o verdadeiro suplício! Tivemos de andar curvados, tropeçar em raízes, agarrar as pedras com as mãos para não descer o resto com o nariz e eu a rezar aos santinhos para não me espatifar ali toda. Ele é mais dado a estas aventuras do que eu que assim que começo a ouvir um besouro me passo logo da marmita e quanto a levar com as silvas e os ramos na cara nem vos digo. Pior ainda que ele é alto e eu sou baixinha, e as minhas pernas não conseguem as mesmas proezas que as dele. Sinto-me sempre um anãozinho nestas cenas. Quando finalmente chegámos à praia e acaba a descida numa pedra lisa ia-me estatelando toda e só pensei, ‘típico teu, passares o pior e vires escorregar na pedra lisa’. Enfim, a vista era brutal, a praia o paraíso, não propriamente escondido porque tinha alguns grupos. A água convidada mas o sol estava a jogar às escondidas e nós tínhamos o almoço no estômago. Estivemos a descansar na areia enquanto aqui a menina ganhava coragem para voltar pelo mesmo caminho. Depois de praguejar um pouco acabei por subir bastante bem e chegar ao carro com a sensação de dever cumprido! 

Como ainda era cedo e resolvemos continuar e descemos de carro ao Portinho; Aqui estava pior, tudo cheio, os carros engarrafados e uma enorme confusão. Não me encantou assim por aí além, e vejo-me mais depressa a descer a corta mato para aquela que pensamos ser Galapinhos do que a passar aquela selva de carros num domingo à tarde novamente.

E agora perguntem-me: paisagens incríveis viram? Sim!..E fotos? Eh…bem, a máquina ficou em casa, típico nosso.

No regresso a Lisboa tentámos comprar cerejas do Fundão na nacional... o senhor pediu-nos 15€ por uma caixa de 2kg. Viémos embora porque era um assalto e a cereja ainda nem sequer tinha aquele ar de docinha!

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