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Projectos falhados em 2017

por Catarina, em 30.12.17

Hoje enquanto arrumava o meu quarto em casa da minha mãe dei de caras com o meu falhanço do ano: o crochet. Algures antes do Verão andava toda entusiasmada com a ideia de voltar a fazer alguma coisa em crochet, especialmente algo que não fossem cachecóis de lā! Fui cheia de força comprar agulhas e linha, e fiz logo a primeira asneira ao comprar as linhas demasiado finas que depois não conseguia trabalhar. Lá fui queixar-me à mãe que me arranjou um fio cru bastante bonito para começar a desenferrujar os dedos! Também precisei de ajuda para voltar a começar o trabalho e para não fazer coisas muito longas ela teve a ideia de fazer quadrados. Nunca tinha feito e ela ensinou-me... tomei o gosto num instante principalmente porque é algo que se vê feito rapidamente e isso é um bom incentivo. Dei por mim a despachar o jantar para me pregar no sofá a fazer (e desfazer....) quadrados. Nas férias de verão levei tudo comigo para continuar. Nesta altura já tínhamos definido que iria aplicar os quadrados em barra numa toalha. Fui continuando mas no final do Verão só tinha os quadrados em número certo mas soltos e nada mais. Depois disso o tempo consumiu-se noutras coisas e o projecto ficou encalhado... Em jeito de balanço (mais um!) deixo aqui a prova do crime a ver se me consigo redimir em 2018!

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12 capítulos, 365 linhas

por Catarina, em 30.12.17

O final do ano é sempre uma época de balanços, ponderações, análises. Já fui fazendo um pouco de tudo, dentro de vários temas e já tenho uma ideia do que serão os pontos finais da lista para 2018.

Ainda assim, há coisas que me dão um prazer imenso fazer nos primeiros dias do ano, e só aí me fazem sentido: abrir a agenda e escrever finalmente a lista.

 

Reflexões à parte, gosto sempre de ver um novo ano como um livro em branco, onde posso fazer o que quiser, melhorar o que preciso, investir no que faz falta... São 365 novos dias, é muito tempo para fazer coisas novas e bonitas. Claro que sei que os dias não vão ser todos bons, nunca são, nunca poderiam ser, afinal são 365, é muito dia, mas são novas folhas para escrever e, como um caderno que se abre a primeira vez, cheira a novo, e dá-nos infinitas hipóteses para sermos quem queremos ser.

Gosto de pensar que o melhor está para vir, e que tudo vai ser tão bom ou melhor quanto já foi. 

Imagem via pinterest

 

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O que fazer com...

por Catarina, em 29.12.17

Pessoas irritantes neste mundo que derrapam sempre as horas das reuniões?!

Exemplo: marca uma hora de reunião, e estica-se em duas. Marca duas horas de reunião e estica-se em três.... dá para ver o género certo?

 

Cumprir horários e agendas não é, definitivamente, para todos.

 

Imagem daqui via Pinterest 

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Aquele momento em que...

por Catarina, em 29.12.17

...andamos às voltas à procura de lugar para estacionar o carro;

 

De repente, uma luz ao fundo do túnel, há ali um espaço a seguir àquele carro....

 

Aceleramos, não vamos perder o lugar, e zás! Contra tudo e contra todos.... íamos tão bem lançados...pumba... Está lá um SMART!

 

Raios que raiva tenho a estes mini carros que me enganam sempre a pensar que há um lugar e depois NADA!

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Coisas que me tiram do sério...

por Catarina, em 28.12.17

Ontem fiz zapping ao chegar a casa e deparei-me com uma reportagem da TVI sobre o alojamento local.
Confesso desde já que não vi tudo, não apanhei o princípio e não me aguentei até ao fim.

 

Apanhei alguns trechos de entrevistas com "owners" de negócios locais e pouco mais, mas ficou-me um agri-doce tão grande que mudei de canal assim que me libertei da inércia.

 

Não posso dizer que toda a reportagem tenha sido assim, assado, ou deixado de ser, não a vi toda; Simplesmente, o trecho a que assisti descrevia o alojamento local através de plataformas como a airbnb como uma economia paralela, que permitia a jovens recém licenciados e sem emprego encontrar o seu rendimento, ou mesmo a pessoas que ficaram desempregadas, numa faixa etária em que dificilmente dão a volta à situação.

 

Vamos por partes: eu não sou contra as pessoas lutarem pelo seu rendimento digno; Não sou contra os jovens encontrarem um escape ao desemprego, e nunca serei contra pessoas em idade "pré-reforma" encontrarem formas de gerar o seu rendimento e continuarem a ser activas socialmente.


Agora, daí a acenar com a bandeira dos números de desemprego quase como se esta economia paralela fosse uma tábua de salvação à taxa de desemprego do país, tenham santa paciência e não me lixem! Esta economia paralela pode ter tanto de bom (dúvidas, muitas dúvidas....) como de mau e é responsável por destruir o mercado imobiliário em Lisboa!


Um dos entrevistados já tinha escalado o seu "pequeno" negócio original e os planos para o futuro incluíam adquirir mais casas para negócio; pior, o senhor até já dava "consultoria" de airbnb às vizinhas idosas que lhe pediam.

Este foi o momento em que acho que desisti... a degradação era demasiada para aguentar.

 

Destroem o mercado, empurram os habitantes para fora das cidades, entopem os arredores, escalam os preços ao absurdo, destroem a cidade com turismo rasca e de pouco consumo, e depois vêm dizer que em compensação diminuem os números do desemprego... isto claro com a conivência de governos e autarquias que acham que é o turismo que salva o país.

 

Façam-me um favor... vão à m*#$%!

 

PS: Nota mental para não voltar a ver reportagens da TVI tão depressa.

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Goodreads review

por Catarina, em 27.12.17

Mesmo tendo falhado a minha meta, que corrigi de 10 para 15 livros no princípio do ano encorajada pela velocidade que levava na altura, achei muita piada à review do Goodreads! É uma forma gira de mostrar o que lemos e de recordar momentos e pensamentos sobre cada um dos livros.

No próximo ano não pretendo recuar nem baixar os braços e já tenho vários candidatos à lista!

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A meio ficaram estes:

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Os Contos de Eva Luna é uma questão de dias para terminar, e os Ismos, os Sonetos de Florbela Espanca e o Design et al são livros em que pego de vez em quando mas que não leio continuamente. O Palavras que falam por nós vai pelo mesmo caminho, não é uma ficção e por isso é mais fácil interromper e retomar sem perder o rumo.

Os outros três: Information: a very short introduction, The Design of Everyday Things e o Dear Data são muito específicos da minha área, são quase livros de estudo e portanto acabá-los também é mais difícil. De certa forma são livros de consulta, tirando o Dear Data que tem um fio condutor mais definido e é menos técnico.

Assim sendo migram para a próxima lista que ainda estou a construir... Outro dia alonguei-me numa visita à Bertrand e lembrei-me que já há muito tempo que não passeava pelos livros fisicamente, mas sim de forma digital; foi um momento algo nostálgico... 

 

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Altos e baixos

por Catarina, em 26.12.17

Ponto alto do dia: a chegada do meu novo livro... Mais um daqueles que me saltou à vista numa ida à Amazon e que não resisti a comprar. A bem dizer da verdade não tentei resistir!

"London: The information Capital, 100 maps and graphics that will change how you view the city"

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Ponto baixo do dia: pessoas que sabem animar os outros...

Ao telefone

"Ah já estás melhor!" 

"Estou?", respondi com uma voz de bagaço vinda de uma pessoa constipada até à alma, rouca e nasalada ao mesmo tempo;

"Sim, sim, hoje de manhã quando me atendeste até parecias um homem"

"Ah bom..."

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Fechado para balanço

por Catarina, em 26.12.17

No início do ano, escrevi na minha agenda Galho uma bucket list para cumprir em 2017.

Tinha 8 pontos, uns mais ambiciosos do que outros...

 

1) Ler 10 livros novos

Cumpridíssimo! Não foram dez mas sim 11 livros que nunca me tinham passado pelos olhos. Infelizmente o objectivo de 15 livros no ano que defini no Goodreads não correu assim tão bem. Fiquei com vários a meio e portanto falhei a meta por dois.

Dos que mais gostei tenho a destacar a tetralogia da Ferrante e o Fernão Capelo Gaivota!

 

2) Fazer uma viagem

Mais um objectivo cumprido! Quando falo em viagem não me refiro aos passeios locais em terras lusas mas sim a conhecer novos países e cidades. Assim foram duas e não uma: Milão e depois Florença e Siena, foi um ano muito italiano!

 

3) Fazer o exame CAE

Este foi falhadíssimo. Comecei o ano empenhada a fazer exercícios mas depressa fui perdendo a genica e percebendo que não havia maneira de conseguir cumprir o objectivo. Shame on me, ando a adiar há tanto tempo.

 

4) Fazer um workshop de escrita criativa

Mais um ao lado. Foi definido numa altura em que estava ansiosa por escrever, mas talvez não fosse assim tão prioritário se consegui arranjar outras tantas coisas para lhe pôr à frente.

 

5) Fazer um curso/workshop de fotografia

Desisti quase antes de tentar. Precisava de mais tempo e sabia; Até porque a questão aqui era dar uso às máquinas analógicas que andam lá por casa e precisam de carinho e atenção!

 

6) Arrumar o disco rígido e fazer cópias de segurança de todos os computadores

Este ficou a fifty fifty! Cópias check, arrumação nem tanto; Quando quero encontrar algo no disco ainda pode ser um caminho penoso a percorrer.

 

7) Fazer ginástica e andar mais de bicicleta

Outro a meio.... Fiz mais exercício, muita hidroginástica e desde há uns meses sou a maior fã do yoga. A bicicleta teve um verão demasiado calmo do que gostaria... Saiu duas ou três vezes apenas.

 

8) Comer saudável

Cumprido lindamente até às férias; Em Setembro começou a cair, e desde Outubro, altura em que comecei o curso, que descambou por completo!

 

Coisas que não estavam no programa: o curso de especialização que fui fazer ao ISCTE+FBAUL e que me está a sair do pêlo mas a deixar-me muito satisfeita ao mesmo tempo. É bom aprender mais.

O projecto de Dear Data, de que falei aqui e aqui, e que me está a dar água pela barba porque tenho pouco tempo para construir os postais!

 

Agora é tempo de analisar os resultados e pensar nos pontos do próximo ano!

 

Imagem via pinterest

 

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Merry Christmas everyone!

por Catarina, em 24.12.17

 

Hoje é só isto: um feliz natal a todos os que por aqui passam e um obrigada por estarem aí! 

 

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Du Coeur

por Catarina, em 23.12.17

Quando fui ao Porto nos feriados não descobri apenas o Jardim Botânico, não. Fui "apresentada" aos álbuns fotográficos da Du Coeur, que não são, mesmo, uns álbuns quaisquer!

Esta marca portuguesa foi inspirada pelos álbuns antigos, que têm os nossos avós ou mesmo os nossos pais; Todos os modelos têm folhas pretas separadas por papel vegetal e uma capa dura cosida à mão em encadernação japonesa, que pode ser ou não forrada a tecido.

Ofereceram-me um como prenda de natal e eu adorei, principalmente porque há anos que coleccionava fotografias e nunca as tratava depois como deve ser. Afinal, os momentos que fotografamos têm importância, e as pessoas ainda mais, por isso não há melhor para os recordar.

O que aconteceu a seguir é que gostei tanto, mas tanto, deles que encomendei logo dois para oferecer, mas com direito a trabalho extra: resolvi finalmente retirar de caixas todas as fotografias de infância e juventude da minha mãe e fazer-lhe "O álbum" da vida! Como são tantas (nada como ter avôs apaixonados pela fotografia) acho que vai dar para dois, mas isso porque já que estava com a mão na massa achei por bem ir andando cronologicamente até aos dias de hoje. Boa sorte para mim que ainda tenho umas 200 fotos para seleccionar e colar!

 

 

 

 

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