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New old addiction

por Catarina, em 10.01.18

Ia dizer que esta música do David Fonseca é o meu novo vício, mas David Fonseca já é um velho vício...e dos bons!

 

 

 

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Completamente viciada nisto

por Catarina, em 06.11.17

 

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Podia ter sido, mas não foi...

por Catarina, em 27.10.17

O concerto.

Nouvelle Vague.

Aula Magna.

Tinha tudo para ser espectacular, mas não foi.

 

Quando chegámos pensei que ia ser; espectacular. Bilhetes na primeira fila, cadeiras Doutorais tipo poltrona a lembrar as cadeiras da biblioteca da Gulbenkian que nos afundam lá dentro.

 

Fomos esperando que a sala ficasse composta.

 

De repente a minha mãe pergunta, 'ah isto aqui à frente são as colunas?!'

 

Não eram só as colunas...eram as colunas principais da sala, com os respectivos amplificadores, a um metro de nós. 

 

E nesse momento, tudo passou de espectacular a filme de terror. Olhei em volta aflita à procura de mais colunas que me fizessem pensar que o som daquelas iria ser suportável, mas não havia mais a não ser umas no fundo do palco.

 

Antes de pensar como seria a luz baixou, o espectáculo começou, e ao primeiro acorde achei que o meu tímpano ia rebentar.

 

Tortura, completa. Som ensurdecedor, vibração que nos fazia o coração querer fugir com a sensação que dava de colar à cadeira ao mesmo tempo que parecia que nos davam um pontapé nas costas. Estávamos praticamente dentro das colunas. 

 

35 minutos depois, quase todos com os dedos nos ouvidos para abafar o som e desistimos.

 

Com pena, muita pena. Gosto muito de Nouvelle Vague, as vocalistas cantam que se fartam, tinha tudo para ser espectacular, só que não.

 

A tentar gerir a frustração; fiz reclamação por email para a produtora.... Não sei se me respondem, mas acho que deviam já que ontem atentaram fortemente contra a minha saúde.

 

Pensamento da noite.....que dedo podre para escolher os lugares , uma hora depois de ter saído de lá ainda tinha os ouvidos a zumbir.

 

E pronto, foi isto....muito pouco espectacular.

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Nouvelle Vague

por Catarina, em 23.10.17

Gosto de música; gosto de ouvir cds e rádio no carro; gosto de cantar como se não houvesse amanhã, e gosto de o fazer apesar de saber que corro o risco de furar tímpanos alheios ou partir vidros.

 
Também gosto de ir a concertos… mas nos últimos anos cada vez gosto menos de algumas coisas.
 
Cortei relações com o Pavilhão Atlântico, ou o Meo Arena, ou como lhe queiram chamar… O último concerto que lá vi foi dos Scorpions, e apesar de saber que estavam velhinhos esperava melhor; Mas não é só por isso.
 
A acústica do espaço nunca foi famosa, a disposição faz com que vejamos um concerto ou com um torcicolo para a esquerda ou com um para a direita; Depois cabe lá muita gente, e fazem-me confusão estes espaços cheios; Depois, há quem fume cigarros electrónicos ali dentro… ou talvez dos outros quem sabe, e isto revolta-me até à espinha porque sou uma defensora acérrima dos direitos dos não fumadores; Claro que para uma pessoa se queixar disto tem que sair da sala, incomodar meio mundo na passagem, perder tempo de espetáculo, procurar alguém, queixar-se e esperar; Esperar que provavelmente nada se resolva porque há muita falta de respeito e bom senso por aí.
 
Se isto já não fosse suficiente tenho de acrescentar que a malta hoje em dia vive através dos ecrãs e não é raro ter 50 telefones no meu ângulo de visão até ao palco.
Quando saí do pavilhão no concerto dos Scorpions disse para quem ia comigo: “Não me apanham mais aqui”. E foi dito e feito.
 
A partir desse dia nunca mais me interessaram os concertos ali, e só tenho ido a espaços mais pequenos e fáceis de controlar: o Coliseu e o Tivoli, e dos dois gostei muito! São concertos em espaços mais pequenos (e com muito melhor acústica diga-se de passagem), e que tornam o ambiente mais intimista onde é possível desfrutar de tudo. Na maioria das vezes os bilhetes em si também são mais baratos o que é sempre bom!
 
Ando sempre atenta aos novos anúncios e Setembro é bom porque há muita novidade; Logo na primeira semana descobri que os Nouvelle Vague vinham cá em Outubro, e em menos de 24h comprei bilhetes…só para a primeira fila…chato isto! Desta vez vou conhecer a Aula Magna e cheira-me que vou gostar. 
 
Cada vez mais selecciono o que vou ver e deixei-me de coisas muito grandes, embora não trocasse os Simply Red nem os Supertramp que vi no pavilhão mas não há dúvida que ver Tiago Betencourt, Cock Robin ou Compay Segundo nestes espaços torna a experiência muito mais agradável; Já para não dizer que com lugares marcados não há complicações nem tem de se ir muito cedo, e ainda é relativamente fácil conseguir comprar bilhetes nas primeiras filas com a devida antecedência! 
 
Por isso...na quinta lá estaremos!
 

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500 days of Summer

por Catarina, em 14.10.17

No campo dos filmes e música tenho sempre tantos favoritos que me é difícil escolher um... até me é difícil escolher dez! Mas 500 days of Summer é um dos meus preferidos, e tem para mim uma das melhores bandas sonoras de sempre. Cabe lá de tudo!

Gosto muito do filme e na quinta feira já era bem tarde quando fiz zapping e vi que estava a dar...apesar de ter o dvd não resisti a ficar a ver até quase à uma da manha.... Claro que no dia seguinte tinha umas olheiras até aos joelhos mas não faz mal... ver este filme para mim vale sempre a pena.

 

 

 

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