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O flagelo das prendas de Natal!

por Catarina, em 23.11.16

A época já abriu, os árvores de natal e as renas chegaram a tudo o que são superfícies comerciais e em nós começa a crescer a ansiedade das prendas! Eu já tenho uma listinha de ideias por pessoa, vou escrevendo e depois quando ando às compras serve-me de orientação. Outras vezes acabam por sair impulsos do momento que não estavam na lista mas isso são outros quinhentos!

Ontem a tratarmos da contabilidade da casa (sim, sou obcecada por ter tudo direitinho, arrumado, organizado, contas feitas etc... é o contabilista que há em mim!) tivemos a seguinte conversa:

Ele - Já só tenho isso???? (depois de eu lhe ter dito o saldo da conta)

Eu - Sim, mas já estamos quase no mês seguinte (dia de S. Receber)

Ele - A mim ainda me falta mais tempo! Este ano não há prendas de Natal para ninguém...

Eu - Ai são as prendas que te estragam o orçamento?

Ele - Não há não...

Eu - Pois tem que haver, pelo menos para mim. 

Ele - Não não.. (a ganhar um ar de gozo meio lunático)

Eu - Tem que haver. Estou a falar a sério! (a planear atirar-lhe uma vela à cabeça)

 

A conversa parou por aqui... mas vamos lá ver. Pontos essenciais desta coisa das prendas... Não é necessário gastar rios de dinheiro para encontrar uma coisa que a outra pessoa vá gostar. Basta saber onde procurar e tomar três doses de paciência, mas é possível! Acredito que para nós mulheres seja mais fácil... eu sempre adorei fazer compras e gosto de comprar prendas! Genuinamente! Adoro pensar na pessoa, no que precisa, no que gosta e escolher algo que acho perfeito.

Ora para a maioria dos homens, incluindo o que tenho lá em casa todo este processo só pode ser equiparado a uma tortura medieval. E a sua maior provação é mesmo comprar a minha prenda! E eu juro que me esforço para ajudar, dar-lhe dicas aqui e ali, comentar coisas que gosto nas lojas, mas normalmente sai um bocado ao lado. Ou não está com atenção ou não liga nenhuma, não sei! Já o avisei muitas vezes sobre o que acho que devem ser prendas, e para esquecer a lógica da utilidade que as mulheres não querem saber disso na hora de abrir embalagens! Quero lá saber se não tenho tábua de engomar, faca eléctrica ou máquina de café, quando me forem dar prendas só quero saber de roupas, acessórios, malas, perfumes, cosmética, coisas dessas que me aquecem o coração! Ou pode ser música ou livros, mas aqui é preciso saber mesmo escolher! Já uma vez levei um romance que tinha sido premiado, isso não me diz nada se o que eu gosto mesmo na maioria das vezes são livros mais técnicos da minha área de interesses...mas esses o homem não sabe quais são! (Será hora de lhe apresentar o meu cesto da amazon?)

Uma vez o rapaz se associou à minha mãe para me surpreender...e perguntam vocês, resultou? Não... ela meteu os pés pelas mãos e eu fiquei agarrada a uma mala e uma carteira que só gostava assim assim (mas calma, menti com os dentes todos e disse que era mesmo aquilo!!!). Quando há esforço assim também temos que saber reconhecer, e com o tempo até vim a gostar bastante da dita cuja.

Bom, por agora resta-me continuar a largar pistas ("ai faz-me falta um cachecol / écharpe em bege" todos os dias de manhã por exemplo) e fazer-lhe um cartãozinho de medidas para ele saber comprar roupa... e para não me acontecer ele lembrar-se de comprar lingerie com o tamanho de outra... parte de cima pequena, parte de baixo grande... é ao contrário filho!!!!

 

Imagem via pinterest

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Aquele momento em que....

por Catarina, em 22.11.16

Recebes o ppt de volta com algumas correcções para fazer, e quando o abres tens comentários com bolas azuis gigantes em todos os slides. Minto, safou-se a capa.

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Mais do mesmo

por Catarina, em 21.11.16

Pensamentos sucessivos e ultra rápidos: "Ena olha uma conferência que me interessa em Londres!!! Isto era giro, gosto tanto de Londres, e as viagens são baratas, e posso pesquisar um alojamento em conta, iupi, gosto tanto desta ideia! Deixa cá ver o preço dos bilhetes....Merda, para variar começam quase nos 500€." Conclusão: o que é que me fez pensar que ser lá era mais acessível se cá a treta é a mesma?!

Same old shit.

 

PS: inscrevi-me para ganhar um bilhete grátis. Expectativas: 0

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Nós por aí #1

por Catarina, em 20.11.16

Ao contrário deste, em que só chove e está bom para pijama, sofá, comida e filmes, o fim de semana passado foi de passeio e viagem curta pelo Oeste!

Com o pretexto do rapaz ir à Batalha, à expo-mecânica, arranjámos forma de ser mais do que isso e resolvemos ir conhecer Leiria.

 

Saímos de Lisboa sábado de manhã e rumámos à Batalha onde almoçámos e eu encarei meia tarde de mecânica. Depois disso foi sempre a somar! Escolhemos o Hotel rural Casa da Nora, que fica na localidade de Cortes, a uns 4km de Leiria. Para além de ser perto está bem localizado junto aos acessos por isso foi quase como estar dentro da cidade. O espaço é incrível, muito campestre, com uma paz e um sossego incomparáveis. Tem de facto uma nora agarrada e o som da água a correr é constante. Pausa aqui para dizer que não só é muito zen como pessoalmente me dá alguma vontade de ir fazer xixi por isso não fiquei muito tempo a ouvir o som!! Mas continuando, tem uma decoração muito gira, moderna com pormenores mais rústicos e muita madeira; confesso que tive bastante vontade de trazer os almofadões coloridos da cama para casa! Deram-nos um quarto no piso superior com direito a varanda e sofás o que com menos chuva é mais agradável para aproveitar o sol!

Como o sábado não deu para muito mais fomos até ao centro comercial jantar e aproveitar o cinema. Vimos o The Accountant com o Ben Affleck, e eu, que não dava nada pelo filme vim de lá encantada. Adorei. O argumento está tão bem conseguido, as pistas estão todas lá, vale mesmo a pena ver! Podia ter um bocadinho menos de tiros e tal, devem ter esburacado os cenários todos, mas pronto.

 

Domingo de manhã arrancámos cedo direitinhos ao Castelo de Leiria; Já tinha ouvido falar tanto que queria mesmo conhecer, e de facto, não desilude! A varanda das colunas tem uma vista magnífica e quando vista com o sol cria um efeito lindo. Vimos o núcleo museológico enquanto subíamos até à torre, e também o que resta da igreja onde constatámos que algum vândalo achou giro escrever nas paredes aquele tipo de mensagens que vemos nas portas das casas de banho públicas. A vista dos jardins está infelizmente bloqueada por aquele estádio megalómano que sobrou do Europeu... not that funny.. Enfim. Fomos depois até ao centro e andámos a passear nas ruas. Como era domingo o comércio estava quase todo fechado e tive pena por algumas lojas giras que vi! Almoçámos no mercado de Sant'Ana, um espaço que está todo recuperado e com mais vida do que eu pensava. Ainda deu para dar mais uma volta antes de rumar à Batalha. Queríamos ver a Ponte de Boitaca e dar uma vista de olhos ao Mosteiro. Tanto eu como ele já tínhamos feito longas visitas guiadas em grupos de escola aos dois mosteiros por isso foi só mesmo um toca e foge! Daí seguimos viagem até Alcobaça, mais uma vista de olhos e tempo de lanchar um doce conventual. Confesso que temos a escolha dificultada porque nenhum é fã de doce de ovos e quase tudo é feito assim!

Como os dias são curtos entrámos na a8 rumo a Lisboa antes que ficasse totalmente de noite!

 

Gostava de repetir a dose na Casa da Nora, mas Leiria não me encantou assim tanto. Há imensos prédios degradados no centro, monos praticamente devoluto que não são muito agradáveis à vista. Confesso também que apesar de ter bastante sentido de orientação ia ficando louca ali. Os acessos são uma mega confusão e as placas não sei se atrapalham mais mas ajudar não ajudam muito.

Ficam algumas fotos da curta aventura!!

 

Mosteiro da Batalha

Ponte de Boitaca

Leiria

Castelo de Leiria

Castelo de Leiria

Casa da Nora

Casa da Nora

 

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Pensamento da noite

por Catarina, em 20.11.16

My best friends live in my bookcase.

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Memória musical

por Catarina, em 18.11.16

Há aquelas alturas da nossa vida em que estamos a viver uma história, estamos apaixonadas, correspondidas ou não, loucamente fixadas em alguém que nos faz girar a terra. E nesses momentos há certas músicas que, ou por estarem na "berra" ou porque gostamos, ouvimos muitas vezes, ouvimos cada vez mais, e começamos a sonhar e a viver as nossas histórias a esse ritmo. Há até quem viva os momentos de uma determinada história com várias músicas diferentes, que acompanham as várias fases, princípio, meio e fim dessa história. Quando a história acaba arrumam-se essas musicas num canto onde se sabe que se lá formos vamos recordar. E por isso muitas vezes não ouvimos mais esses sons.

 

Mas depois, anos volvidos sobre o assunto, vamos no carro e uma dessas músicas toca na rádio, sem aviso prévio de que faríamos uma viagem ao passado... quem sente isto? Quem se lembra daquele tempo, daquela pessoa, daquela história? A memória é uma coisa engraçada... isto pode acontecer com um cheiro, um som, uma imagem e de repente zás, fomos disparados ao passado sem termos tempo de pensar se queríamos fazer a viagem. É engraçado, é nostalgia. 

 

Hoje foi isto que me aconteceu, e resolvi ir buscar uma playlist bem velhinha para fazer várias viagens!

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Fenómenos

por Catarina, em 17.11.16

Então e o típico arrumador de carros que chega depois de termos feito o trabalho todo, termos desligado o carro e estarmos já de saída ou até afastados e sai de lá dos fundos a dizer "oh menina, dá aí uma moedinha!" em altos berros?!

 

Resposta real: Não tenho moedas agora.

 

Resposta que queria ter dado: Por que raio é que tenho de te dar alguma coisa? Han? Porque foste habilidoso em ver-me e vir logo a correr? Diz lá, porquê? Porque é que achas que te devemos alguma coisa porque andamos de carro? Porque a tua vida deu voltas e foste aí parar, nós temos culpa? A nós, ninguém nos dá nada pois não?! 

 

Chateia-me um bocadinho esta coisa pré-definida que temos de dar moedas ao arrumador, e chateia-me ainda mais que alguns achem que têm direito à dita cuja moeda só porque estavam no sítio certo à hora certa. E fica um conselho, nunca dêem menos de cinquenta cêntimos, ou arriscam um insulto jeitoso... Afinal a culpa é deles, ou é nossa que entrámos no jogo e já não sabemos sair dele?!

 

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Magic World

por Catarina, em 16.11.16

E o filme dos Monstros Fantásticos e onde encontrá-los?! Vale a pena?

Se arriscar ver não vou sair de lá a chorar de desilusão? É que ainda estou em choque depois de Harry Potter e a criança amaldiçoada... um choque quase ao nível de "preferia não ter lido" a ter lido aquilo. 

Quem cresceu com o Harry, o Ron e a Hermione, em Hogwarts ou na casa dos Weasley, em Hogsmead ou na cabana do Hagrid, num mundo encantado onde há muito mais para além do que se vê estava habituado a livros que eram horas de deleite. Descrições tão magníficas que nos faziam pensar que estávamos lá com eles, a viver todas as aventuras, a sentir todas as emoções! Sim, sou uma Potter fan desde que os meus dedos de 11 anos tocaram o primeiro livro. Perdi a conta ao número de vezes que os reli, todos.. ainda hoje, com 26 anos sou capaz de pegar num e seguir lendo todos até ao fim. Afinal de contas, crescemos juntos e é sempre bom recordar! Por isso quando soube que ia sair mais um fiquei de pé atrás... para que mexer em algo perfeito?! Desiludiu-me principalmente pelo formato em peça de teatro, queria mais sumo e não tive! Agora ando num dilema se vejo o filme dos monstros ou não... Não sei se há uma ligação ao mundo que conheci ou se é um paralelo, não sei se vou conseguir gostar e viver com esta história como com a outra...e sei que a comparação vai ser inevitável.... Dúvidas...dúvidas...

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Coisas que me entusiasmam #2

por Catarina, em 16.11.16

Eu sou fã assumida do IKEA, não só porque gosto de quase tudo, como acho que têm soluções interessantes, um design incrível e preços razoáveis. Já me deparei com produtos de mais ou menos qualidade mas de forma geral ..gosto! E gosto ainda mais da dimensão de responsabilidade social que têm com as várias campanhas que fazem. É nestes momentos que fico super feliz quando vejo a publicidade, o design, o marketing, todos juntos para consciencializar; A IKEA aproveitou a expressão que tem como marca para nos abrir os olhos para a realidade na Síria, recriando uma casa real junto aos espaços idílicos que tem nas lojas. Uma réplica com história. Acho que está impressionante, devia estar em todas as lojas. A guerra existe, é uma realidade, só temos sorte que não existe à nossa porta, na nossa cidade.. É o melhor wake-up call que vi nos últimos tempos. Vejam o vídeo!

 

 

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The godfather

por Catarina, em 16.11.16

Esta coisa dos padrinhos é gira. Sempre quis ser madrinha de alguém, e sempre achei que não ia conseguir. Ainda acho. Não tenho irmãos nem irmãs que possa "obrigar" a tal, e as que tenho mais próximas têm família, da verdadeira, qb à volta, ou seja, há uma chance mínima de eu vir a ser madrinha de alguém! Talvez por isso tenha tentado ao longo da infância apadrinhas árvores, peixes, passarinhos, formigas e coisas que tal... Não que seja fácil ir aos seus aniversários claro...até porque o peixe e o pássaro já morreram, a árvore está no quintal da minha tia e vai durar mais do que eu .... as formigas também já devem ter ido desta para melhor..e não sabia distinguir entre qual delas era a minha afilhada de entre todas as que "viviam" debaixo do degrau da nossa porta da casa de Palmela. 

Este ano fomos presenteados com 3 crianças dos amigos, tudo miúdas, e o rapaz vai ser padrinho de uma delas. Foi convidado ainda a criança estava na barriga da mãe, e eu confesso, morri de inveja! Outra dessas crianças é filha da "minha irmã", aquela que não o sendo, é. Mas também daí não vejo perspectivas já que não lhe falta gente à volta e já devem estar a fazer fila e tirar senhas. Resta-me ser tia, das emprestadas também. Bolas, tanto potencial aqui perdido... eu ia dar uma madrinha das boas!

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