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Orgulho

por Catarina, em 19.06.17

Acho que os Portugueses têm sempre muita facilidade em deitar-se abaixo, em ceder à crítica mais fácil, em acreditar que não são assim muito bons, mas não há como negar que quando a tragédia bate à porta somos melhores que ninguém. Vêm ao de cima todas as nossas capacidades, toda a nossa boa vontade, toda a nossa força; Não há como nós para cuidarmos uns dos outros, para darmos o que for preciso, para ajudarmos    quem necessitar, e para caminharmos juntos, devagar e o melhor que conseguimos, porque a vida melhor ou pior, tem de continuar. É um orgulho ser portuguesa, e sentir que somos um povo que se levanta sempre.

 

E com isto vou fazer uma pausa, não há clima nem disposição para os disparates do costume. Já volto.

  

PEDRÓGÃO.png

 Imagem original aqui

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Desta vez foi diferente

por Catarina, em 18.06.17

Desta vez foi diferente e não há palavras;

Não imagino o inferno, o terror que viveram aquelas pessoas, não imagino o que sentem, o que pensam os que sobreviveram; Sei que visto daqui sinto uma enorme impotência; Só soube da notícia ao acordar, e por segundos desejei voltar a dormir e acordar noutro dia qualquer, mas um dia na nossa história que não fosse tão negro.

Não há palavras, mas deixo uma: força; Aos bombeiros que nos enchem de esperança de que o fogo acabe finalmente, aos familiares das vítimas cuja dor não consigo imaginar.

O inferno ainda não acabou e está a chegar a outras localidades. Neste momento há muitas recolhas de bens essenciais em curso, mas para quem quiser uma alternativa mais prática a Caixa Geral de Depósitos criou uma conta solidária para ajudar as vítimas e os donativos podem ser feitos para o IBAN PT50 0035 0001 00100000 330 42. 

 

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Constatação

por Catarina, em 16.06.17

Esta semana foi tão intermitente, trabalho - feriado - trabalho - feriado - trabalho, que não sei como vou sobreviver à próxima semana de cinco dias úteis!

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The return of coconut adventures

por Catarina, em 15.06.17

Já era. Já foi. Já o comi todo! Era bom, mas tão bom! Foi como descobrir a pólvora, mas em bom!

Segui as instruções da Joana (aqui), mas como não tinha um prego tão grande à mão optei por um parafuso bem robusto e uma chave de parafusos.

Martelei o parafuso pelos olhos do coco adentro, e depois com a chave ia rodando até sair. Repeti o processo, duas vezes em cada olho e virei o coco numa tigela. Abanei-o bem para sair tudo. Verti para um copo com um coador...só deu meio copo de água, mas bebi e soube lindamente!

Depois começou a árdua tarefa; Se no supermercado assim que escorregou se partiu logo, em casa fez-se de difícil o sacana! Deixei-o cair no chão da cozinha várias vezes....ele saltava como se fosse uma bola e tive medo de levar com ele num pé! Tive medo de escavacar a pedra do chão por isso deixei o tapete; E ele nada... Ainda considerei por meio segundo atirá-lo pela janela do primeiro andar....era arriscado. Optei por colocar o coco num saco de plástico para não disparar em várias direcções....e foi martelada...pura e dura. Primeiro consegui partir em dois, e depois insisti com a metade maior até a partir em 3 partes. (Os vizinhos devem ter pensado que eu tinha a casa em obras!)

Tirar de lá a polpa também não é pêra doce. Usei uma faca alternada com uma colher...mas fazia tanta força que a ia entortando toda. 

Por fim o coco cedeu, eu comi, e lambuzei-me. Ainda dei a provar à mãe e à avó, que não são meninas que se metam com um coco desta maneira, mas que apreciam um trabalho bem feito...ou seja, comem-no já arranjado.

Tenho lá outro para continuar os treinos!

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O que fazer quando...?

por Catarina, em 14.06.17

Nos engasgamos a tomar um comprimido, ele fica ali preso por uns instantes (de pânico nosso) e quando finalmente passa para o outro lado ficamos com a sensação que ele foi parar a meio das costas? Sugestões?

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Cada um com a sua

por Catarina, em 14.06.17

Gostos, interesses, objectos de pesquisa, "pancas"; Cada pessoa tem os seus e as suas. Uma das minhas é procurar casas. Não é uma pesquisa "gratuita" por assim dizer, mas sinto que o ovo onde eu e o M. estamos é temporário, pelo menos foi assim que lá entrei há quase um ano atrás. Não temos ideias de comprar casa tão depressa, preferimos a modesta liberdade que o arrendamento oferece, apesar do caos medonho em que está o mercado.

Isto para dizer que volta e meia lá vou eu pesquisar casas na zona que nos interessa à espera de ter um vislumbre de paraíso.

Ontem aconteceu. Encontrei uma casa, toda remodelada, que claramente não é um ovo de codorniz, onde podia até ter um escritório ou coisa que o valha, com um valor razoável e negociável. Tremi nas fundações!

Peguei no link e enviei ao M.;Como ele podia demorar a ver mandei-lhe sms a dizer para ir ao email; (não sou nada melga, eu sei!)

Ele ligou "Queres que ligue a saber melhor onde é?"

Eu: "Já mandei email a saber se o arrendamento está declarado e em que andar fica" - Tenho horror ao R/C..sabe Deus que o primeiro andar já me dá urticária...mas aceito. - "Mas se podes liga, e pergunta isso!", acrescentei, nada como atacar em todas as frentes que isto das casas é uma máfia!

Minutos depois sms dele "Não atendeu"... Caramba, claro que não, ainda é cedo, a pessoa deve trabalhar! Ligamos mais tarde enquanto tentamos controlar aquela euforia e nervoso miúdinho que antecede ou a completa desilusão ou a completa revolução, no bom sentido!

Aguardamos pelos desenvolvimentos...

 

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And counting! Isto hoje está bom...

por Catarina, em 14.06.17

Mais um email.

Desta vez não é o carro (ufa penso eu);

Uma encomenda que fiz online já está disponível nos ctt para levantar....problema? Não é a estação que escolhi! Fica perto mas não é a mesma; Se quisesse andar aos saltos à procura da encomenda tinha ido busca-la a loja, não?

E depois quando queremos pegar no telefone e desancar alguém....não há telefone no site. Claro. Que espanto. Só email para o apoio ao cliente. No mínimo era devolverem-me o que paguei pela opção do envio, já que vou ter de andar à caça da encomenda na mesma.

PS: mais alguma coisinha chata para acontecer antes da hora de almoço? Não?

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A sorte é curta..e um acesso de raiva

por Catarina, em 14.06.17

Quando abro o email de manhã e tenho fotos do carro pendurado em tijolos sem as quatro rodas. Carro esse que está com o meu pai; Carro esse que era o meu; Carro esse que não devia ter deixado sair de ao pé de mim. Dois segundos para pensar..... Vandalismo é mesmo um nojo. Quando fico fula da vida ocorrem-me coisas simpáticas a desejar a esta m*#$a de gente que não devia ter nascido.... espero que façam bom proveito com as minhas 4 rodas, as minhas 4 jantes, os meus 4 pneus...espero que sirvam para se estamparem tão bem estampados que ganhem logo velocidade até ao céu. Aconteceu no Porto... como não amar essa cidade.

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Qual será a probabilidade de...

por Catarina, em 13.06.17

1. Receberem um email de manhã a dizer que a vossa encomenda (on-line) já foi despachada para a empresa xpto e deve chegar nos próximos 3 dias úteis;

2. Contarem os dias pelos dedos e irem pesquisar e dita empresa porque começaram a pensar que vão ter de ir a cascos de rolha buscar a encomenda já que a probabilidade de vos apanharem em casa é a mesma de encontrar uma agulha num palheiro;

3. Atrasarem-se para ir almoçar a casa, estarem a despachar o assunto e a meio de uma fatia de ananás tocarem duas vezes à porta (aqui o carteiro nunca toca duas vezes!);

4. Abrirem a porta cheias de esperança depois de anunciarem "Ah deve ser a minha encomenda que devia chegar por estes dias....", e bingo!!!! Era a vossa encomenda.

One in a million right?

Mas aconteceu ontem, portanto, vou só ali encontrar um palheiro...ai desculpem, uma agulha!

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Cocconut Adventures

por Catarina, em 12.06.17

Desde que me conheço que tenho uma ligação qualquer ao Côco. Talvez por ter sido a primeira palavra que na primária me fez passar uma vergonha a ler a cartilha.... sim, eu li cócó, depois de ter passado bastante tempo calada a pensar "não é cócó, não é cócó, mas então o que é?!" e ao mesmo tempo a começar cinquenta vezes o som "co" com esperança que a professora terminasse a palavra. Isso não aconteceu, mesmo sabendo que não era "cócó" resolvi dizer isso mesmo para acabar logo com aquela tortura e voltar para a minha mesa.

 

Mas adiante, é dos meus sabores de gelado preferidos, adoro côco seco às lascas que compro ao kg, é dos poucos sabores que gosto em bolos, pudins e tortas. Pinacolada é a "minha" bebida, e côco é sem sombra de dúvida o meu sabor preferido. Portanto, era um bocado estranho nunca ter provado o fruto ao natural, certo?

 

Certo! dizem vocês!

 

Outro dia a ler este post no Quiosque da Joana voltou-me à ideia o facto de que nunca tinha provado o raio do côco, e vai daí, uma semana depois de correr os supermercados mais à mão, eis que encontro o dito cujo, mais barato do que tinha imaginado! Coloco dois num saco enquanto me lembrava mentalmente dos passos para abrir os ditos cujos e ia pensando...."só espero não me arrepender, será que consigo abrir isto? No post da Joana não parecia uma tarefa nada fácil...". Olhei a etiqueta à procura do número para pesar e li "Côco seco", "pelo menos vou provar a que sabe", pensei. No momento em que os ia levantar da balança e colocar no carrinho o raio dos côcos furam o saco, um deles sai disparado de ao pé de mim e o outro abre-se e jorra água como se fosse uma torneira avariada!

"Então mas não era suposto isto ser seco???"

"E não devia ser mais difícil de abrir????""

 

"E não tinha de furar os olhos??"

"Ai ai ai"

Acabei por ter de deixar lá o côco torneira, caçei o fugitivo e escolhi outro da caixa. Pesei estes novamente, coloquei em dois sacos e levei para casa. Hoje vou tentar abrir um, e espero que corra melhor e mais pacificamente do que o processo de compra!

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