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Sister from another mother

por Catarina, em 30.07.18

A minha L. é a minha irmã de outra mãe; 

 

Mais parecida com a minha mãe e teria de ser filha biológica!!

 

Fisicamente, somos parecidas, psicologicamente, também.

Aquilo em que diferimos é também o que nos dá perspectivas diferentes, e o que faz esta relação a três: mãe (a minha, nossa), eu, ela, e outra mãe por vezes (a dela, quando a geografia permite) uma coisa poderosa, que não conseguimos de outra forma. Nem por encomenda seria possível juntar estas peças do puzzle tão bem feitas para encaixar umas nas outras.

 

Quando preciso de um conselho da minha mãe, mas não me quero dirigir à própria por algum motivo, é a ela que recorro. Tem muito da minha ("nossa") mãe, mas numa visão mais fresca, e mais intermédia comigo, sem o vinco tão marcado que a minha mãe por vezes tem. 

 

Na sexta feira tinha a "tampa" do bidon emocional a saltar; Liguei-lhe, tivemos aquelas conversas que só nós sabemos ter, com as nossas brincadeiras, metáforas, e "fantasmas" do passado só conhecidos a este trio!

Escutei dois conselhos sábios, e segui os dois. Juntei mais uma pitadinha minha, para temperar a gosto, e acho que encontrei um bom caminho para lidar com o caos, pelo menos a curto prazo.

 

Esta irmandade é do coração, não do sangue, e vale ouro!

 

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Workplace

por Catarina, em 27.07.18

Depois de dois dias a trabalhar remotamente em casa, voltei ao escritório hoje e descobri uma playlist dos anos 90, daquelas que nos faz vibrar com todas as músicas da adolescência!

Conclusão, passei o dia a abanar-me na cadeira feita tonta, como se tivesse bicho carpinteiro... podia ter descoberto isto ontem, mas não era a mesma coisa suponho!

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Distância

por Catarina, em 24.07.18

Intervalo entre dois pontos, dois lugares, dois objectos;

Grande diferença;

Afastamento;

Posição de pouco ou menos envolvimento emocional ou afectivo;

 

Tornar ou ficar afastado temporalmente;

 

Física, Geográfica, Emocional.

 

 

Não me lembro de quando deixei de pensar a um e passei a pensar a dois; Não sei quando deixo de pensar a dois e volto a pensar a um, mas já me vai acontecendo.

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Mais da vida

por Catarina, em 20.07.18

Eu adoro o meu trabalho; Mesmo nos dias mais cinzentos, em que os prazos se atropelam e o stress me consome, eu adoro o que faço e sinto-me uma sortida por isso.

Para além disso, gosto da minha segurança, gosto de estar em casa, gosto de ter a família e os amigos perto. 

Mais para além disso, também gosto de viajar, também tenho vontade de conhecer outros lugares, outras culturas; Tenho curiosidade de como será viver noutro país, como seria ficar sem a minha “estratosfera” pessoal.

 

Quando era miúda, e fazia planos na minha cabeça, ou brincava à vida de crescida, imaginava que com 28 anos já teria desfilado até ao altar, e já teria um filho nos braços, ou dois. 

Claro que conforme cresci essas ilusões desfizeram-se, e nos últimos anos nada disso me passou nem perto da vontade.

 

Hoje em dia já questiono tudo novamente; Quando à minha volta vejo todos a casar, a ter filhos, a comprar casas, etc… e eu olho para mim e penso se estou realmente como queria. Por um lado sei que sim, não hesito um segundo na resposta; Mas há sempre outros lados que nunca estão bem onde queremos que estejam.

 

Ultimamente dou por mim a pensar numa nova vertente… e se, tudo aquilo porque lutamos na vida afinal não é o mais importante? E eu sou muito suspeita, porque adoro viver com o meu monte razoável de coisas, mas sei que é possível viver com bem menos… só nunca foi o meu objectivo. Mas penso, na melhor das hipóteses daqui a alguns anos compro uma casa, e fico hipotecada a ela, isso se não comprar um carro antes; Adoro o meu trabalho mas na melhor das hipóteses viajo duas vezes por ano, e há muito mundo para descobrir… quando o vou fazer? 

Sei que não tenho o espírito certo para estes planos, mas e se largasse tudo enquanto não tenho amarras maiores e fosse dar uma volta? Não sou muito ambiciosa, talvez uns meses já me fizessem suficientemente realizada a este nível… mas não sei honestamente se tenho coragem de dar os passos que preciso. Sou uma adepta da segurança, portanto teria que planear tudo muito bem, e negociar uma forma de poder ir e voltar e não perder o emprego! 

E depois quando começo a pensar muito acho que não fui feita para estes planos aventureiros… e fico com uma sensação de incompetência. Mas, a vida devia ser mais do que trabalho-casa-trabalho-férias de vez em quando…

 

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Frases que não combinam entre si. ..

por Catarina, em 19.07.18

"O cão mordeu-me","Estou nas urgências";

e

"Está tudo bem", "Não te preocupes";

 

 

 

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Contrariedades

por Catarina, em 18.07.18

Lá por casa costumam apontar-me o dedo neste tema: dizem-me que não sei lidar com as contrariedades da vida, que não sei lidar com as mudanças que o mundo provoca nos meus planos tão bem delineados.

 

Já tentei negar, já me tentei explicar, em vão; Já tentei perceber, e vejo o que vêm os que me dizem isso, mas não sei se vêm o que eu vejo. No fundo não sei se não sei lidar com as contrariedades da vida, se quando uma acontece eu simplesmente tenho dificuldade em passar-lhe por cima. É que eu sou a rainha dos planos bem delineados, e também dos planos de backup, do prevenir para não ter de remediar. Digamos assim, às vezes custa-me que me digam isso porque me apetece responder "mas acham mesmo que eu, logo eu, não pensei que isto podia acontecer?", é que sim, eu até penso em tudo o que pode correr mal, até tento antecipar-me aos riscos, mas ainda assim, o (im)previsível quando acontece não deixa de me fazer algumas mossas.

 

Como por exemplo, aproveitar a hora de almoço para ir comprar caixas ao ikea para a mudança. É tão mais simpático fazer isso noutro contexto que não este. Ontem comentei em duas vezes com duas amigas que estava de mudanças, a reacção de ambas, que não se conhecem e pouco em comum têm foi perguntar: "Então? Não correu bem...?!". Hesitei na resposta, pensei para mim "correu bem num sentido, mas não no outro"; Depois mais tarde, fiquei a pensar nisso e ponderei, mas afinal o que é que correu bem nesta história? Foi só o simples facto de ainda estarmos juntos..? Mesmo que seja desta forma estranha e longínqua?

 

Portanto, mesmo quando sabemos que tomámos a melhor decisão, pode não deixar de ser uma contrariedade; E por isso atulhei o banco de trás do carro em caixas de cartão com lágrimas a escapulir pelos cantos dos olhos....afinal, não era bem isto que tinha em mente quando tracei o plano.

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Da colecção de sonhos estúpidos...

por Catarina, em 18.07.18

Esta noite fui brindada com um sonho que concorre para o top dos mais ridículos..

 

Imagine-se que eu teria estacionado o carro duas ruas abaixo da rua da minha avó; no sonho, o bairro nem tinha nada a ver com o original, mas a questão é que quando voltava para ir buscar o carro não encontrava a rua....

Corria todas as ruas, virava todas as esquinas, chegava sempre a locais diferentes e não mais encontrava aquela rua!

 

Sinto que passei a noite toda a palmilhar calçada portuguesa.... o lado bom é que o carro estava mesmo à porta de casa!

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O meu MM amarelo

por Catarina, em 16.07.18

Aqui chamo-lhe M., no dia a dia chamo-lhe tudo o que me passa pela cabeça, do mais piroso-fofinho até quase ao insulto se me chateia a sério!

 

O meu MM faz hoje anos.... tenho de fazer contas para saber quantos são, por mais ridículo que pareça, os oito anos que me leva de avanço não transparecem em lado nenhum, e por vezes olho para ele como se fosse um miúdo da escola, como se fossemos dois!

 

Nos últimos....(outra vez a fazer contas)...8 anos, só 1 desses é que não passamos este dia 16 de Julho juntos. Fixámos uma "regra muda" de que algures em Maio nos meus anos fazemos uma viagem, e que nos anos dele vamos de férias! Este ano, pelas razões que já falei e falei e falei aqui, a segunda parte da regra não se cumpriu. Nem sequer ponderei colocar o dia de férias e fazer 400km, porque ele estando a trabalhar acabava por ser um dia algo parvo para mim e não se iria aproveitar grande coisa.

 

Deixamos os festejos para o fim-de-semana, que calha a ser aquele em que vamos iniciar as mudanças... Aquelas que eu ainda não sei bem bem para onde vão ser, mas lá chegarei.

 

Não sei o que o futuro nos reserva, não sei se o caminho será direito ou em curva e contra-curva, mas sei que teimosa como sou, vou querer lutar até ao fim, testar as hipóteses até provar algo como certo ou errado.

 

Hoje só queria o meu MM aqui, para me dar aquele abraço com funções de calmante.

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António Variações é que sabia

por Catarina, em 12.07.18

Quando a cabeça não tem juízo
Quando te esforças
Mais do que é preciso
O corpo é que paga

(...)

Quando a cabeça rola pró abismo
Tu não controlas esse nervosismo
A unha é que paga

(...)

Quando a cabeça não tem juízo
E te consomes, mais do que é preciso
O corpo é que paga

 

Constatação do dia: há limites para quanto esticamos a corda até ficarmos de molho!

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Constatação do fim de semana

por Catarina, em 09.07.18

Não há (quase) nada que um fim de semana no Alentejo não cure!

 

Portanto, baterias carregadas (check), soluções à vista (check)!

 

Agora, siga para bingo!

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